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Primeira página
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FEIRA DE IDÉIAS
EXPOSITOR ESPÍRITA |

Se estamos
transitando de
PROVAS E EXPIAÇÕES
para
MUNDO DE REGENERAÇÃO
conforme informam
os espíritos,
QUE NOS COMPETE
FAZER?
|
TEMAS COMPLEMENTARES
|
Veja o artigo de Joana Abranches
TRABALHANDO OS TRABALHADORES
********************************************************************************************************
UM GRANDE PASSO
O GRUPO
ESPÍRITA DEUS, CRISTO E CARIDADE - GEDCC (Salvador-BA)
está organizando o
COMO
POSSO SER FRATERNO IV – SEMANAS DE VIVÊNCIAS
Se
você, caro visitante, é espírita, pela imensa importância desse
trabalho convidamo-lo a tomar conhecimento dessas oficinas e
levar
essa idéia ao centro que freqüenta.
Joel Almeida e Joana Dalva, Coordenadores
do DAF, explicam:
Prosseguindo na
busca da condição de seres fraternos para trabalhadores e freqüentadores
do GEDCC, o DAF planejou o evento: Como Posso Ser Fraterno IV – SEMANAS
DE VIVÊNCIAS.
As OFICINAS
realizadas por ocasião do Como Posso Ser Fraterno III nos proporcionaram
conhecer os sentimentos que nos tem dificultado o exercício da
fraternidade legitima. Percebemos que apenas conhecê-los não é o
suficiente para desencadear o processo de transformação que todos
almejamos. Acreditamos ser necessário vivenciar as ações propostas na
AGENDA MINIMA PARA SER FRATERNO, documento indicado como roteiro seguro
para todo aquele interessado em iniciar sua transformação pessoal.
As OFICINAS do
Como Posso Ser Fraterno III nos ensinaram como fazer, que recursos
utilizar para sermos fraternos uns com os outros. O projeto Como Posso
ser Fraterno IV - Semanas de Vivências tem como objetivo estimular
trabalhadores e freqüentadores do GEDCC a vivenciar, a colocar em
prática as ações da AGENDA MÍNIMA, tornando realidade a conquista da
condição de seres fraternos.
SEMANAS DE
VIVÊNCIAS – Sentimentos
como Perdão, Tolerância, Humildade, Alteridade
estão inseridos
nas 21 ações da AGENDA MÍNIMA como os grandes agentes da transformação
interior. Participando das SEMANAS DE VIVÊNCIAS, os interessados serão
estimulados a vivenciar cada um desses sentimentos.
METODOLOGIA
– 1. O interessado escolhe apenas uma das quatro Semanas seguintes e se
inscreve:
- SEMANA DO
PERDÃO ( 3 de maio, 5 de maio, 8 de maio e 9 de maio);
- SEMANA DA
TOLERÂNCIA ( 5 de julho, 7 de julho, 10 de julho e 11 de julho);
- SEMANA DA
HUMILDADE ( 13 de setembro, 15 de setembro, 18 de setembro e 19 de
setembro);
- SEMANA DA
ALTERIDADE ( 8 de novembro, 10 de novembro, 13 de novembro e 15 de
novembro).
2. No ato da
inscrição, o interessado recebe a programação referente à Semana que
escolheu, bem como a programação de todo o evento Como Posso Ser
Fraterno IV;
3. As
inscrições serão iniciadas assim que a Equipe Espiritual autorizar;
4. Para cada
Semana poderão ser inscritas até 40 pessoas;
5. À proporção
que for completando a inscrição de uma determinada Semana, os 40
integrantes dela serão distribuídos da seguinte maneira:
- Dez(10)
integrantes ficarão responsáveis pelas atividades a serem desenvolvidas
no domingo( 08 às 09 horas) = Uma hora de atividade;
-
Dez(10) integrantes ficarão responsáveis pelas atividades a serem
desenvolvidas na terça-feira( 19 às 21 horas) = Duas horas de
atividade;
- Dez(10)
integrantes ficarão responsáveis pelas atividades a serem desenvolvidas
na sexta-feira( 19 ãs 20 horas) = Uma hora de atividade;
- Dez(10)
integrantes ficarão responsáveis pelas atividades a serem desenvolvidas
no sábado ( 08 às 12 horas) = Quatro horas de atividade.
Obs.: Apenas no
domingo (15 de novembro ), os dez(10) integrantes ficarão responsáveis
pelas atividades a serem desenvolvidas em um local fora do GEDCC , a ser
ainda escolhido. Neste dia ocorrerá o encerramento do Como Posso Ser
Fraterno IV.
6. Após a
inscrição os integrantes serão informados, em tempo hábil, à qual
grupo de trabalho pertencem;
7. Cada grupo
de trabalho ( Domingo, Terça , Sexta e Sábado ) terá um Coordenador
responsável, escolhido por sorteio. Assim sendo, para cada Semana de
Vivência haverá escolha de Coordenadores responsáveis.
PROPOSTA DE
PROGRAMAÇÃO PARA COMO POSSO SER FRATERNO IV – SEMANAS DE VIVÊNCIAS
SEMANA DO
PERDÃO:
- 03 de maio
(DOMINGO) , das 08 ãs 09 horas. Uma dramatização tendo o PERDÃO como
tema central. Após a dramatização, discussão com a participação do
público presente.
- 05 de maio
(terça-feira), das 19 ãs 21 horas. Prece e relax. Apresentação de um
MURAL contendo textos, poesias, fotos, mantrans, etc. referentes ao
PERDÃO. Uma apresentação musical envolvendo a temática PERDÃO. Relatos
de VIVÊNCIAS pessoais sobre o PERDÃO.
- 08 de maio
(sexta-feira), das 19 ãs 20 horas. Prece e relax. Uma pequena exposição
sobre Por que perdoar ( tema sugerido). Relato de um caso
significativo sobre Perdão.
- 09 de maio
(sábado), das 08 ãs 12 horas. Apresentação de um CORDEL sobre a
temática Perdão. Relatos de VIVÊNCIAS pessoais sobre o PERDÃO.
Realização de recreação ( quebra-cabeça, jogos, palavras cruzadas,
etc.), envolvendo a temática Perdão. Serão oferecidos lanches,
realizados sorteios.
Nas demais
Semanas: TOLERÂNCIA, HUMILDADE, ALTERIDADE será desenvolvido o mesmo
conjunto de atividades da Semana do Perdão -- dramatização, confecção de
mural, relato de vivências pessoais, exposição participada, relato de
caso, cordel, recreação, lanches, sorteios, etc. -- nos mesmos horários,
nos mesmos dias da semana, mudando apenas a temática.
Observação.: No
dia 15 de novembro, domingo(feriado) teríamos a complementação das
atividades sobre ALTERIDADE e, também, a finalização do evento, em
local fora do GEDCC.
CONSIDERAÇÕES GERAIS -
1. Os
integrantes de um grupo de trabalho ( por exemplo, Domingo) deverão
NECESSARIAMENTE, participar das atividades de, pelo menos, um outro
grupo de trabalho ( Terça, Sexta ou Sábado), como colaboradores
convidados ou voluntários;
2. O público
presente ãs reuniões receberá, ã cada Semana, mensagens alusivas ã
temática; também serão distribuídas mensagens aos pacientes do DS, aos
clientes da Lanchonete;
3. Nos dias de
terça e sexta-feiras será oferecido um café para quem chegar ao GEDCC no
horário compreendido entre 18 até às 18:55 horas;
4. Nos domingos
( 03 de maio, 05 de julho, 13 de setembro e 08 de novembro) as
atividades do (DS)Departamento de Saúde, da Tesouraria, da Livraria e da
Biblioteca, da Lanchonete, do Departamento de Infância e Juventude(D I
J) deverão ser iniciadas ãs 09 horas, para que os trabalhadores desses
setores possam assistir às dramatizações encenadas aos domingos;
5. Estamos
solicitando ao Irmão João de Matos e sua Equipe que possibilite aos
amigos espirituais dos médiuns da mesa mediúnica e das filas mediúnicas
que, às sextas –feiras e aos domingos, transmitam mensagens alusivas aos
sentimentos trabalhados em cada respectiva Semana de Vivência;
6. Para o
desenvolvimento das atividades, os integrantes dos grupos de trabalho (
Domingo, Terça, Sexta e Sábado), deverão fazer uso dos recursos
disponíveis no GEDCC : biblioteca, data-show, retroprojetor, etc.
7. As crianças
e jovens do DIJ (Departamento de Infância e Juventude) deverão ser
envolvidas necessariamente, nas atividades desenvolvidas pelos grupos de
trabalho. Por exemplo: fixar cartazes, distribuir mensagens, participar
de alguma encenação, etc. etc.;
8. O
Departamento Doutrinário será consultado sobre as pequenas exposições ãs
sextas-feiras;
9. No total,
serão 36(trinta e seis horas) de efetiva apresentação das atividades.
Todavia, cada equipe de dez(10) integrantes, para executar as atividades
do grupo( DOMINGO, TERÇA, SEXTA ou SÁBADO) sob sua responsabilidade,
deverá se reunir em outros dias para preparar a apresentação. Assim
sendo, o volume total das horas em atividades de cada equipe, será
aumentado.
10. A equipe
que utilizar uma maior quantidade de horas para preparar sua
apresentação receberá uma premiação especial, ao final das SEMANAS DE
VIVÊNCIAS, ou seja, no dia 15 de novembro.
11. Todas as
atividades serão supervisionadas pelo Departamento de Atendimento
Fraterno.
Estamos
submetendo este Projeto ã apreciação da Equipe Espiritual.
Aceitaremos de
bom grado, possíveis alterações.
Joel Almeida e Joana Dalva
Coordenadores
do DAF
almeidajcas@yahoo.com.br
OBSERVAÇÃO.:
No dia 08 de março recebemos a seguinte mensagem
da Equipe Espiritual: “ De acordo, prosseguir com o Evento “.
Irmãos Nicolau
e Oscar Procópio

Caro co-idealista,
Outro dia um companheiro
espírita, falando sobre os esforços que fazia na busca do autoconhecimento,
disse que havia chegado a um ponto em que encarar as próprias mazelas lhe dava
grande sofrimento; chegava a sentir dor física, que achava muito importante em
seu caminho evolutivo.
Lembrei-me então de uma
palestra do Lama Padma Santem que aconteceu no Ferespe de 2004, na qual ele
falou sobre a percepção budista a respeito da vida, da natureza ilimitada à qual
pertencemos e a forma como olhamos a vida, aos outros e a nós mesmos.
Foi como se caísse uma ficha,
pondo à mostra uma das causas das nossas grandes dificuldades evolutivas, tendo
em vista que o movimento espírita, portador de tão elevados conhecimentos,
deveria estar vivenciando com muito mais intensidade os valores que prega. Como
desculpa afirmamos que somos seres humanos como os demais e, portanto erramos
tanto quanto os demais.
Será?
Refletindo mais um pouco,
dois pontos me pareceram bem claros.
O primeiro está no
fato de sempre termos colocado em primeiro lugar o estudo da doutrina espírita,
em detrimento da sua vivência. Em toda parte nos meios espíritas se ouve:
“Precisamos estudar mais a doutrina”. Raramente ouvimos: “Precisamos organizar
atividades que nos ajudem em nossas transformações interiores”.
Ermance Dufaux disse, com
muita propriedade: “Espiritismo na cabeça é informação. No coração é
transformação”.
Se as lideranças espíritas
tivessem desde sempre se ocupado em desenvolver e incentivar atividades voltadas
ao crescimento interior com o mesmo empenho com que têm cuidado do estudo
doutrinário, será que hoje não haveria muito mais amorosidade e humildade nos
nossos meios?
O segundo ponto a que
me referi está no nosso olhar, na forma como vemos a vida e a evolução; em como
entendemos dever conduzir nosso crescimento interior.
OBSERVAÇÃO: não confundir
crescimento interior com merecimento. O primeiro trata das transformações
interiores, da evolução espiritual. O segundo se refere a ações caritativas, a
atividades no centro espírita, na divulgação do espiritismo, etc.
Neste segundo ponto duas
coisas parecem claras:
a) no afã de buscar
autoconhecimento, focamo-nos tanto na identificação das nossas virtudes e
mazelas que acabamos por estabelecer parâmetros comparativos para avaliarmos
nossa condição evolutiva. Com isso acabamos construindo um olhar crítico e esse
olhar não se limita a nós mesmos, porque, mesmo sem perceber, sempre olharemos
os outros buscando as comparações de que precisamos para nos orientar. Essa é
uma postura que tem gerado uma espécie de competição evolutiva, tanto entre nós
mesmos, quanto em relação aos membros de outras crenças.
b) como os nossos esforços
evolutivos se assentam sobre o alicerce do autoconhecimento, as ações para nossa
reforma interior se estabelecem no sentido de combater as mazelas que vamos
encontrando, mas isto é o que há de mais difícil, a ponto de gerar sofrimento e
até mesmo dor física, conforme tem sido relatado por alguns companheiros.
Não estará errada esta forma?
Não estará aí um dos gargalos da nossa evolução espiritual?
Não acha que seria muito mais
produtivo se, ao invés de ficarmos revolvendo nosso interior a procura das
mazelas, cuidássemos de iluminá-lo, alimentá-lo com a nutrição do amor e da
humildade?
Se as nossas ações são
reflexos do nosso ambiente íntimo, mudando o ambiente, as ações e atitudes
também mudam.
Então, cuidar dos nossos
estados de espírito fica bem mais fácil e menos sofrido que escarafunchar
mazelas e lutar contra elas.
Certamente podemos e devemos
procurar nos autoconhecer, mas sem cobranças e muito menos envaidecimentos,
porém com intuito de nos auto-ajudar.
Em 2005 os benfeitores
espirituais nos apresentaram a idéia de uma agenda, focada em estados de
espírito. Esse trabalho recebeu o título Agenda Mínima para evoluir.
Nessa agenda apresentamos como um dos seus diferenciais a priorização da ação
evolutiva a partir dos estados de espírito. Isto é muitíssimo mais fácil do que
ficar vigiando cada pensamento, palavra, sentimento e ação. Lembrando também
que, apenas praticar ações virtuosas é algo superficial, não muda estruturas,
mas desenvolver estados de espírito é trabalhar os valores correspondentes, em
sua profundidade.
Quem se interessar pelo
assunto pode baixar o conteúdo desse opúsculo no link
Download.
Tanto esse opúsculo, quanto
os outros 4 que são encontrados nesse link, podem ser solicitados gratuitamente
por centros espíritas, para serem emprestados aos trabalhadores da casa.
No final desta página, os
endereços e telefone para contato.
Fraternalmente,
Saara Nousiainen
OBSERVAÇÃO: você pode ouvir
uma parte da palestra do lama budista Padma Santem, ao qual nos referimos,
quando ele fala sobre as
cores da compaixão.
A tecnologia do abraço.
O matuto falava tão calmamente, que parecia medir,
analisar e meditar sobre cada palavra que dizia...
- É... das invenção dos hómi, a que mais tem sintido
é o abraço.
O abraço num tem jeito dum só apruveitá! Tudo quanto
é gente, no abraço,
participa duma beradinha...
O abraço é mió qui quarque raiz ou ramo qui o
Raizêro possa cunhecê...
- Quandu ocê ta danado de sordade, o abraço de
arguém ti alivia...
- Quandu ocê ta danado de reiva, vem
um, te abraça e ocê fica até sem graça de
continuá
cum reiva...
- Si ocê ta filiz e abraça arguém,
esse arguém pega um poquim de sua alegria...
- Si arguém ta duente, quandu ocê
abraça ele, ele começa a miorá... I ocê miora junto
tamém...
Muita gente importante e letrado já tentô dá um
jeito de sabê pruquê quié qui o
abraço tem tanta tequilonogia... Mas ninguém inda discubriu...
Mas, iêu sei... Foi um isprito bão de Deus qui mi
contô...
Iêu vinha andano... pensano na vida, quandirrepênti"
vi um tatuzim pertim do mato...
Vi ele cum esses
meus zói qui a terra um dia há de cumê...
I ele falô cumigo...
Falô com a fala quié a merma fala qui ocês cunhece
iquiêu tô falano proceis agora.
Iêu vô conta proceis uqui foi qui ele mi falô:
O abraço é bão prucausa do Coração...
Quandu ocê abraça arguém, fais massage no
coração!...
I o coração do ôtro é massagiado tamém! Mas num é só
isso, não...
Aqui ta a chave do maior segredo de tudo:
É qui, quandu abraçamo arguém, nóis fiquemo tudo é
com dois coração no peito!...
(autor desconhecido)

Reflexões de OSHO
Compaixão não é
ter o coração transbordante de piedade pelos outros.
Compaixão é um
amor tão profundo que você está disposto
a fazer o que for
preciso para trazer luz a uma situação.
*******************
Não se perca na
armadilha da esperança.
Não se deixe levar
pela idéia de que a ajuda vem de fora.
O outro não o
preencherá.
Preenchimento é
interno.

Questões
polêmicas nos meios espíritas
Na lista
da ABRADE, pela Internet, alguém iniciou uma discussão
sobre
Jesus, que durou vários dias, até que um dos membros
veiculou
a seguinte mensagem:
"Prezado
Paulo, não há dúvida de que essencialmente,
a partir
de determinadas interpretações, seu enfoque é
perfeitamente aceitável.
No
entanto, permita-me um apontamento. Como esta questão de Deus
é muito
complexa, tanto que nem os Espíritos da Codificação
manifestaram disposição de entrar em detalhes, apontar Jesus
como
Deus vai
sempre criar necessidade de explicações,
quando é
tão simples entender-nos todos como filhos
de Deus e
Jesus nosso Irmão Maior.
Dependesse
nossa melhoria interior dessa questão, então ai sim justificaria
criar uma
nova frente de polêmica e conceituações. Mas tudo sugere que
esta
questão estará sempre apenas como polêmica e em nada mudará
nossas
vidas interpretar que Jesus seja assim ou de outra forma.
Há uma
realidade gritante diante de cada um de nós: nossa necessidade
de
melhoria
interior. As polêmicas que não implicam em questões estruturais
humanas,
habitualmente, servem apenas para distrair a atenção,
tornam-se
em processo de fuga.
É claro
que é bem mais fácil ficar discutindo se Jesus é Deus e o que é
Deus,
do que
tentar perceber se estamos falhando mais ou falhando menos no
dia-a-dia
conosco mesmo e com o próximo.
É como a
polêmica do corpo fluídico, que nada acrescenta. Tanto faz se
Jesus teve
corpo fluídico ou biológico. O verdadeiro Corpo de Jesus é a sua
Mensagem
de Amor, isso é o que efetivamente faz sentido.
Muitas
vezes, enquanto são gastas horas e dias, anos inteiros
discutindo
se o corpo
era fluídico ou biológico, muitas fugas seguem acontecendo
e passam
despercebidas, mesmo porque as fugas costumam ter este
detalhe,
porque são mecanismos do inconsciente.
Abraço
fraternal,
Edson
Nunes"
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Edições Caminhos de Harmonia, com apoio da Ass. de
Divulgadores do Espiritismo do Ceará - ADE-CE, está disponibilizando aos centros
espíritas, gratuitamente, para serem EMPRESTADOS aos trabalhadores, exemplares
dos opúsculos:
Conclave de Líderes Espíritas,
Atitudes de Amor
Um Forró no Umbral,
Agenda Mínima para Evoluir
A Mediunidade em Época de Transição
O Espiritismo em Época de Transição
V. pode ver o conteúdo desses opúsculos na página
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Contatos:
(85) 3249-6812
e-mail: caminhos*bemviver.org
(OBSERVAÇÃO: substitua o * por @. Fazemos assim para
evitar spammers.
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Áudio você pode
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Divaldo Franco psicografa texto de Joana
de Angelis sobre
A TRANSIÇÃO PLANETÁRIA
Opera-se, na Terra, neste largo período,
a grande transição anunciada pelas Escrituras e confirmada pelo Espiritismo. O
planeta sofrido experimenta convulsões especiais, tanto na sua estrutura física
e atmosférica, ajustando as suas diversas camadas tectônicas, quanto na sua
constituição moral
Isto porque, os espíritos que o habitam,
ainda caminhando em faixas de inferioridade, estão sendo substituídos por outros
mais elevados que o impulsionarão pelas trilhas do progresso moral, dando lugar
a uma era nova de paz e de felicidade.
Os espíritos renitentes na
perversidade, nos desmandos, na sensualidade e vileza, estão sendo recambiados
lentamente para mundos inferiores onde enfrentarão as conseqüências dos seus
atos ignóbeis, assim renovando-se e predispondo-se ao retorno planetário, quando
recuperados e decididos ao cumprimento das leis de amor.
Por outro lado, aqueles que permaneceram nas regiões inferiores estão sendo
trazidos à reencarnação de modo a desfrutarem da oportunidade de trabalho e de
aprendizado, modificando os hábitos infelizes a que se têm submetido, podendo
avançar sob a governança de Deus.
Caso se oponham às exigências da
evolução, também sofrerão um tipo de expurgo temporário para regiões primárias
entre as raças atrasadas, tendo o ensejo de ser úteis e de sofrer os efeitos
danosos da sua rebeldia.
Concomitantemente, espíritos nobres que conseguiram superar os impedimentos que
os retinham na retaguarda, estarão chegando, a fim de promoverem o bem e
alargarem os horizontes da felicidade humana, trabalhando infatigavelmente na
reconstrução da sociedade, então fiel aos desígnios divinos.
Da mesma forma, missionários do amor e
da caridade, procedentes de outras Esferas estarão revestindo-se da indumentária
carnal, para tornar essa fase de luta iluminativa mais amena, proporcionando
condições dignificantes, que estimulem ao avanço e à felicidade.
Não serão apenas os cataclismos físicos
que sacudirão o planeta, como resultado da lei de destruição, geradora desses
fenômenos, como ocorre com o outono que derruba a folhagem das árvores, a fim de
que possam enfrentar a invernia rigorosa, renascendo exuberantes com a chegada
da primavera, mas também os de natureza moral, social e humana que assinalarão
os dias tormentosos, que já se vivem.
Os combates apresentam-se individuais e
coletivos, ameaçando de destruição a vida com hecatombes inimagináveis.
A loucura, decorrente do materialismo
dos indivíduos, atira-os nos abismos da violência e da insensatez, ampliando o
campo do desespero que se alarga em todas as direções.
Esfacelam-se os lares, desorganizam-se
os relacionamentos afetivos, desestruturam-se as instituições, as oficinas de
trabalho convertem-se em áreas de competição desleal, as ruas do mundo
transformam-se em campos de lutas perversas, levando de roldão os sentimentos de
solidariedade e de respeito, de amor e de caridade...
A turbulência vence a paz, o conflito
domina o amor, a luta desigual substitui a fraternidade.
A fatalidade da existência humana é a conquista do amor que proporciona
plenitude.
Há, em toda parte, uma destinação
inevitável, que expressa a ordem universal e a presença de uma Consciência
Cósmica atuante. A rebeldia que predomina no comportamento humano elegeu a
violência como instrumento para conseguir o prazer que lhe não chega da maneira
espontânea, gerando lamentáveis conseqüências, que se avolumam em desaires
contínuos.
É inevitável a colheita da sementeira por aquele que a fez, tornando-se rico de
grãos abençoados ou de espículos venenosos. Como as leis da vida não podem ser
derrogadas, toda objeção que se lhes faz converte-se em aflição, impedindo a
conquista do bem-estar.
Da mesma forma, como o progresso é inevitável, o que não seja conquistado
através do dever, sê-lo-á pelos impositivos estruturais de que o mesmo se
constitui.
A melhor maneira, portanto, de compartilhar conscientemente da grande transição
é através da consciência de responsabilidade pessoal, realizando as mudanças
íntimas que se tornem próprias para a harmonia do conjunto.
Nenhuma conquista exterior será lograda
se não proceder das paisagens íntimas, nas quais estão instalados os hábitos.
Esses, de natureza perniciosa, devem ser substituídos por aqueles que são
saudáveis, portanto, propiciatórios de bem-estar e de harmonia emocional. Na
mente está a chave para que seja operada a grande mudança. Quando se tem domínio
sobre ela, os pensamentos podem ser canalizados em sentido edificante, dando
lugar a palavras corretas e a atos dignos. O indivíduo, que se renova
moralmente, contribui de forma segura para as alterações que se vêm operando no
planeta.
Não é necessário que o turbilhão dos
sofrimentos gerais o sensibilize, a fim de que possa contribuir eficazmente com
os espíritos que operam em favor da grande transição.
Dispondo das ferramentas morais do enobrecimento, torna-se cooperador eficiente,
em razão de trabalhar junto ao seu próximo pela mudança de convicção em torno
dos objetivos existenciais, ao tempo em que se transforma num exemplo de alegria
e de felicidade para todos.
O bem fascina todos aqueles que o
observam e atrai quantos se encontram distantes da sua ação, o mesmo ocorrendo
com a alegria e a saúde.
São eles que proporcionam o maior contágio de que se tem notícia e não as
manifestações aberrantes e afligentes que parecem arrastar as multidões.
Como escasseiam os exemplos de júbilo,
multiplicam-se os de desespero, logo ultrapassados pelos programas de
sensibilização emocional para a plenitude.
A grande transição prossegue, e porque se faz necessária, a única alternativa é
examinar-lhe a maneira como se apresenta
e cooperar para que as sombras que se adensam no mundo sejam diminuídas pelo Sol
da imortalidade. Nenhum receio deve ser cultivado, porque, mesmo que ocorra a
morte, esse fenômeno natural é veículo da vida que se manifestará em outra
dimensão.
A vida sempre responde conforme as
indagações morais que lhe são dirigidas.
As aguardadas mudanças que se vêm
operando trazem uma ainda não valorizada contribuição, que é a erradicação do
sofrimento das paisagens espirituais da Terra.
Enquanto viceje o mal, no mundo, o ser
humano torna-se-lhe a vítima preferida, em face do egoísmo em que se estorcega,
apenas por eleição especial.
A dor momentânea que o fere, convida-o,
por outro lado, à observância das necessidades imperiosas de seguir a correnteza
do amor no rumo do oceano da paz.
Logo passado o período de aflição,
chegará o da harmonia.
Até lá, que todos os investimentos sejam
de bondade e de ternura, de abnegação e de irrestrita confiança em Deus.
Joanna de Ângelis.
(Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, no dia 30 de
julho de 2006, no Rio de Janeiro, RJ).
CONVITE
Com um
mínimo de esforço e alguma boa vontade você poderá contribuir para que o
movimento espírita se torne mais fraterno, e também colaborar na construção de
um mundo melhor.
Solicite sua inclusão
na Rede do Afeto-2.
Ela está
sendo implantada pela Cooperativa Espírita, através da Grupos, via Internet.
Razões:
1 – A
necessidade de se começar a desenvolver uma cultura de afetividade nos meios
espíritas.
2 – A
importância das vibrações direcionadas aos companheiros de seara, ao centro e ao
movimento espírita...
3 – A
importância de vibrações pelos necessitados (quando alguém, realmente
necessitado, pedir vibrações, seu nome será incluso), pela paz, pela natureza,
etc.
Esses
Grupos funcionam assim: todos os participantes recebem todas as mensagens que
circulam no seu Grupo e todos podem responder e fazer comentários, que todos os
demais receberão em suas CPs. eletrônicas.
Semanalmente, ou mais vezes, será enviado para o Grupo Rede do Afeto-2 um pedido
de vibrações pelos companheiros dos centros que freqüentam, por todo o movimento
espírita, pelos necessitados, pela paz na Terra, etc.. Junto seguirá um texto
para as vibrações.
Dê você
também, com esse mínimo esforço, a sua cota de colaboração por um movimento
espírita mais fraterno e a construção de um mundo melhor.
Solicite sua inclusão na Rede do Afeto-2 pelos e-mails:
cooperativa*cooperativaespirita.org
logos*bemviver.org
e
caminhos*veloxmail.com.br
(OBSERVAÇÃO: Substitua os asteriscos dos
e-mails por arrôba)
IMPORTANTE:
Ao solicitar inscrição informe que é para a Rede do Afeto-2.
"A
vaidade de certos homens, que crêem saber tudo e tudo querem
explicar à
sua maneira, dará origem a opiniões dissidentes, mas todos os
que tiverem
em vista o grande princípio de Jesus se confundirão no
mesmo
sentimento de amor ao bem e se unirão por um laço fraterno q
ue envolverá
o mundo inteiro; deixarão de lado as mesquinhas
disputas de
palavras para somente se ocuparem das
coisas
essenciais."
(Allan Kardec,
in O
Livro dos Mediuns, EDICEL,
trad. J.Herculano Pires, pp. 54/55)

Estamos com novo áudio "Poder da
Natureza".
O anterior "Encontro com o Mestre"
está inserido na página ÁUDIO.
******
O espírita conhece
o poder das vibrações.
Vamos então
OUVIR
e acompanhar "Poder da natureza",
um exercício de
relaxamento com visualizações e vibrações
pelo companheiro
de seara, pelo centro
e por todo o
movimento espírita?
 |
Reflexão
|
O estudo doutrinário
certamente é importante. Mais importante, porém, que o
mero estudo é a sua prática,
a vivência daquilo que ele nos ensina.
Quantos de nós temos a cabeça
cheia de conhecimento espírita,
mas o coração vazio de amor!
Isto representa desequilíbrio
evolutivo,
dificultando ou atrapalhando
a caminhada.
O conhecimento que trazemos
sinaliza para a prática do bem, da caridade.
Esse já é um passo
importante. É quando começamos a refletir luz,
mas ainda não temos luz
própria.
Mas quando começamos a
desenvolver amor em nossos sentimentos,
em todo o nosso interior, e
este passa a irradiar-se de nós,
refletindo-se em nossas
atitudes, então começamos a ter luz própria,
porque amor é luz de Deus.
Quando o movimento espírita
passar a dedicar-se intensamente à vivencia dos
ensinamentos do Mestre e do
Espírito Verdade, então, sim,
estaremos fazendo um
espiritismo verdadeiro, com luz própria.
Por enquanto essa luz ainda
permanece um tanto quanto escondida
nas páginas da codificação.
"Divulgar Doutrina
Espírita é muito mais que fazer cursos e palestras.
É gerar uma mudança de
comportamento, avaliável e perceptível."
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Por quê esta Cooperativa
Virtual?
Nos últimos anos vem ocorrendo aqui e ali, nos meios espíritas,
uma espécie de inquietação evolutiva.
São muitos os que sentem a
necessidade de mudanças,
principalmente no que
concerne ao convívio, a diversas metodologias,
à vivência da alteridade,
da afetividade, da humildade,
e também a determinados
enfoques.
Esta inquietação é
natural, tendo em vista que estamos começando
a transitar de “provas e
expiações” para “mundo de regeneração”,
e isto deve mudar muita
coisa.
Inúmeros companheiros,
grupos e instituições vêm demonstrando
tal preocupação e mesmo
trabalhando sistematicamente,
desenvolvendo programas
evolutivos, novas metodologias
e demais ações, visando
essas finalidades.
Também nos últimos anos
vem vertendo da dimensão espiritual
muitas mensagens, muitos
livros, alertando para as inúmeras
necessidades deste período
de transição.
LINKS
www.artespirita.vilabol.uol.com.br
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