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ESPÍRITAS DE AQUÁRIO
Mundos profundos Profundos mundos Muitas vezes inertes Perdidos e sem rumos
Mundos tortos Pesados em semblantes Transformam-se em arvoredo sorridente Quando pela Doutrina libertam-se lentamente
Mundos profundos Profundos mundos Inertes continuam muitos Fazendo da Doutrina um oceano obscuro
Perdidos e inertes Ao invés de gritar esse conhecimento visionário Vão se aprisionando e se limitando Criam seus próprios aquários
Mundos profundos Profundos mundos Perdidos se encontram Em seus aquários sem rumo
Para que tanto conhecimento? Por que não espargi-lo? Limitações inconscientes ou medo Da responsabilidade de libertar e agir?
Mundos profundos Profundos mundos Que sejam de conhecimento Aquários com sumo
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Quebrai os vidros Dessa limitação secular Deixai essa água escorrer Simplesmente a vos levar
Pelas estradas a fora Libertação sem demora Gritando aos outros peixes e aves Como somos livres nessa hora!
Sede voluntários se quiserdes Viver pela dor ou pela esperança? Viver pelo amor ou cultivando Apenas a inércia da aparência?
Mundos profundos Profundos mundos Jesus foi peixe e ave Nadou e voou porque não se limitou
Não formulou barreiras De aparências e formalidades Mas cantou e nadou nas águas Da mais pura coragem
Saí de vossas profundezas Buscai agir no mundo sem serdes sectários Levando a Doutrina e a Caridade Deixai de ser espíritas de aquário.
Wirla Risany 23/10/2006
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