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Humanização na seara espírita
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Sempre que lembrar, agora mesmo, desenvolva um sentimento de amor e envolva nele os companheiros de atividades, o centro que freqüenta e todo o movimento espírita.
Quando aprendermos a nos amar, o Mestre nos reconhecerá como seus discípulos. |
TEMAS COMPLEMENTARES
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COMO ENTENDER A HUMANIZAÇÃO NOS SERVIÇOS DE UNIFICAÇÃO?
Entramos o terceiro milênio da Era Cristã com conquistas apreciáveis no terreno da inteligência, contudo, não vencemos ainda os espaços que nos separam uns dos outros. Adquirimos diplomas e títulos do maior valor perante a sociedade nas cátedras das ciências, no entanto muita vez, não estamos preparados o suficiente para pedir desculpas a alguém.
Apesar de querermos, ainda não sabemos amar! Essa é uma verdade incontestável. Não sabemos perdoar. Não sabemos construir a confiança ou ser solidários. São lições a aprender e que devemos ter urgência em aprendê-las.
A unificação é um trabalho que deve ser norteado pela habilidade de relacionamento no cultivo dos valores éticos, para a edificação da convivência regenerativa.
E nós, que tratamos tanto sobre a regeneração no futuro da humanidade, carecemos iniciar a edificação dessa regeneração em nosso mundo interior.
Uma palavra jamais poderá ser esquecida, se desejamos atingir esse patamar de conquistas: educação.
Somente pela educação modelaremos os dois quesitos fundamentais para fazer das relações humanas, o modelo da regeneração na vida interpessoal. A confiança e a solidariedade.
Sem confiança e solidariedade não teremos a fraternidade que constitui a categoria dos mundos regenerados.
Portanto, quando falamos em humanizar a seara nos roteiros da unificação, estamos atraindo a atenção dos amigos reencarnados para lançarem-se ao esforço educativo da tarefa em equipe na arregimentação da confiança, e na ação permanente de estender os braços e corações uns aos outros na expressão da solidariedade.
A negligência com comezinhos deveres humanitários tem desarmonizado o sistema afetivo dos que “insensibilizam-se” para atenderem convenções de natureza exterior. Por isso as atitudes de indiferença ou exclusão, crítica ou menosprezo, mesmo que sob pretextos de preservação da gloriosa unidade doutrinária, são graves patologias das quais seus portadores terão que tratar em regimes de dor e arrependimento tardio na vida dos espíritos.
O “amor” institucional que despreza o próximo e ironiza dos menos experientes não é amor.
O embotamento do afeto desumaniza a seara.
Humanizar é ser fiel aos nossos sentimentos superiores e viver o amor acima de quaisquer convenções.
(1) Opúsculo Atitude de Amor – médium Wanderley Soares de Oliveira, pág. 46
Colaboração de Aline Choucair Vaz