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Procure sentir o amor em sua mais pura radiação… e verá logo uma
diferença em seu próprio estado psicológico e físico.
A mente fica mais lúcida e um bem-estar indefinível toma conta de
seu ser e você se sente calmo, sereno e de bem com a vida.
“Quando elegemos a humanização na seara espírita não avocamos somente a proposição de sermos mais afetivos. Tratamos sim de uma releitura sobre o foco dos objetivos assinalados para desempenho junto aos grêmios espíritas cristãos. Hoje destaca-se o centro espírita como escola de Espiritismo, quando o futuro ascena para que ele se promova à condição de escola do Espírito.
Ermance Dufaux – “Laços de Afeto”
A educação em valores nos ajuda na compreensão daquilo que valorizamos e em consequência a identificar o SER que somos, para a partir de então analisarmos a realidade, dialogando, intervindo e solucionando os conflitos presentes na vida. Ao discutirmos sobre valores, estaremos, exercitanto nossas potencialidades de racionalização, autonomia, concientização e liberdade, discernindo entre o que é bom e o que não é , num encadeamento para a vivência da justiça, do amor e da verdade
Para que possamos, entretanto, atingir tais objetivos, faz-se necessário,observar a metodologia que possibilita, mais do que transmitir conteúdos, oportunizar a convivência, a experimentação pela contextualização deste saber.
Embora essencial em quaisquer atividades humanos, as competências tais sejam criatividade, liderança, saber relacionar-se e muitas outras não são disciplinas ensinadas nas escolas e muitas vezes, nem na família.
Pelo seu caráter eminentemente educacional, a Doutrina dos Espíritos oferece vasto material didático para este despertamento da consciência e para a consequente percepção das peculiaridades dos diferentes estágios pelos quais passamos em direção à perfeição. Aqueles que nos encontramos despertos para a observação desta proposta, necessitamos portanto, trabalhar pelo entendimento e compreensão dos valores concernentes a cada etapa, relativizando-os às individualidades, não cabendo portanto, a padronização.
A educação, conforme a compreendia Pestalozzi , predecessor de kardec já aponta a abrangência do processo auto-construtor, ou seja, como sendo o desenvolvimento harmônico em todas as potencialidades do ser, implica na coerência entre pensamento, sentimento e ação, culminando no conceito trazido na codificação de que educar é “Arte de formar caracteres, a que incute hábitos, porquanto a educação é o conjunto dos hábitos adquiridos”. (O Livro dos Espíritos 685)
O estudo das leis morais, contido na terceira parte de “O Livro dos Espíritos” está diretamente relacionado com a educação em valores, carecendo tão somente de trabalharmos com maior eficácia na contextualização, afim de facilitar o processo da transformação moral.A educação em valores nos ajuda na compreensão daquilo que valorizamos e em consequência a identificar o SER que somos, para a partir de então analisarmos a realidade, dialogando, intervindo e solucionando os conflitos presentes na vida. Ao discutirmos sobre valores, estaremos, exercitanto nossas potencialidades de racionalização, autonomia, concientização e liberdade, discernindo entre o que é bom e o que é mal, num encadeamento para a vivência da justiça, do amor e da verdade.
Afim de refletirmos sobre metodologias, necessário é que tracemos o perfil atual das atividades nos núcleos espiritistas aos quais nos vinculamos. A este propósito comenta Ermance Dufaux na obra “laços de Afeto”, cap. 22:
Casas ou grupos?
O que atende melhor aos anseios de crescimento e desenvolvimento das potencialidades para “ser”?
As Casas pedem regulamentos, paredes e esforço físico. Os grupos são criados por relações, vivências e esforço moral
As Casas abrigam-nos das intempéries materiais, enquanto os grupos são recantos de estímulos contra as investidas dos reveses da alma.
As Casas formalizam os movimentos para fora, enquanto os grupos consolidam elos essenciais voltados para os valores....
O conhecimento que capacita o homem para
transformações nasce da reflexão.
Aprendamos a pensar pelo estudo vencendo o dogmatismo e a preguiça mental.
Aprendamos a reinventar as informações que adquirimos transformando-as em saber operante, dinamizador das mudanças necessárias em direção ao crescimento individual e grupal.
Texto retirado do site da Ademinas – Ass. de Divulgadores do Espiritismo de Minas Gerais http://www.ademinas.com.br/artigos.html